Informes
Crianças em Condomínio
É uma parte importante da educação instruir as crianças sobre a boa convivência em um condomínio, quanto a barulho, respeito, gentileza, práticas seguras nas áreas de lazer e outros pontos, inclusive dentro dos apartamentos.
As regras existem para serem respeitadas também pelas crianças e os pais devem fazer isso valer. A responsabilidade pelo comportamento delas é deles.
Nas áreas comuns
- Quando as crianças brincarem nas áreas comuns dos condomínios, os limites de horários é entre 9h e 22h. Esta dica vale tanto para o salão de jogos quanto as garagens que, por falta de espaço, acabam sendo utilizadas pelas nossas crianças.
- Depois desse horário, se quiserem permanecer na área comum, deverão conversar em voz baixa ou brincando sem fazer barulhos.
- É importante também que os pequenos sejam instruídos a não atrapalhar os funcionários em suas tarefas, e não permanecerem em locais inadequados, como a guarita ou escadas. A permanência de crianças nestes locais coloca em risco a segurança de todo o prédio.
- Crianças pequenas precisam estar acompanhadas por adultos. Lembre-se de que o condomínio tem lugares que podem ser perigosos para elas, como instalações elétricas, piscina, escadas, elevadores e outros.
Dentro do apartamento
Os pais são responsáveis por seus filhos e devem estabelecer limites a eles, inclusive quando estiverem dentro do apartamento.
- O correto é limitar o horário para brincadeiras dentro do apartamento até no máximo 22h.
- Uma dica aos pais é o uso de tapete emborrachado nos quartos das crianças, ele diminui o atrito e, conseqüentemente, abafa o barulho no andar de baixo. Carpetes e tapetes comuns também podem cumprir com essa função.
- Mesmo com tapetes, é preciso evitar que a criança brinque fazendo barulho após às 22h.
Funcionários
Funcionários não podem cuidar das crianças do condomínio. Eles já têm suas funções, e não podem fazer jornada extra como babás, mesmo que seja "por cinco minutinhos".
Lembre-se que o porteiro não pode abandonar seu posto para localizar uma criança, a partir de um pedido feito por interfone. |